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Mudança possibilita aumento salarial efetivo para milhares de funcionários do Banco do Brasil em vários níveis, de assistentes a gerentes... Continue lendo... 
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Desembargador disse que a greve está dentro dos limites estabelecidos pela legislação. Em Campo Grande, mobilização dos bancários alcança 90% das agências
Nesta quinta-feira (22), o desembargador Federal do Trabalho, João de Deus Gomes de Souza, cassou a liminar concedida para OAB/MS, no último dia 19, em Ação Civil Pública que determinava a volta do expediente, com pelo menos 30% do efetivo...
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Nota:Trabalhadores exigem respeito

A intenção de passar o rolo compressor sobre os direitos trabalhistas ficou evidente diante das palavras do
presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que está ocupando interinamente a presidência da República. Rodrigo,
ao desautorizar o Ministro Ronaldo Nogueira, em relação a proposta de reforma trabalhista, falou como
presidente em exercício e deixou claro que as forças do atraso não querem dar tempo ao necessário diálogo
com o movimento sindical.
Até agora, as reformas anunciadas, têm como principal alvo a retirada de direitos do trabalhador. A luz no
fim do túnel, no entanto, surgiu essa semana quando foi anunciado pelo ministro do trabalho Ronaldo
Nogueira que o Governo não apresentará pratofeito
e não haverá a retirada de direitos dos trabalhadores,
nem aumento da jornada de trabalho, fim do 13º salário, férias e do repouso semanal remunerado. Além
disso, assegurou um amplo diálogo para se chegar a um consenso a respeito da reforma trabalhista.
Isso é o que o movimento sindical espera. Nós, da União Geral dos Trabalhadores (UGT), defendemos a
modernização das relações trabalhistas, mas sem retirada de direitos. Estamos confiantes que o Ministro do
Trabalho, não irá trair os trabalhadores e que a reforma passará por amplo debate com o movimento sindical.
As declarações do “sargento” interino de plantão no Planalto não nos assustam. Muito pelo contrário, só
reforçam a união do movimento sindical na luta em defesa dos direitos conquistados pelos trabalhadores.
Esperamos que o diálogo positivo e democrático seja o tom da conversa que o Governo pretende ter para a
discussão das reformas, em todos os níveis. Reformas que o País precisa que sejam amplas, passando pela
reforma política e tributária. Estamos vigilantes para que nada seja feito na calada da noite, como se
pretendeu com a tentativa de aprovar projeto que livraria da prisão quem usou recursos de como Caixa 2 em
companhas políticas.

Ricardo Patah presidente
Nacional da União Geral dos Trabalhadores
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Nesta quinta-feira (22), 17º dia da Greve Nacional dos Bancários, trabalhadores seguem mobilizados e ampliando a paralisação. Amanheceram paralisadas mais de 152 agências na base territorial do Sindicato dos Bancários de Varginha e região. (quadro abaixo)
A  nível nacional já passam de 13 mil agências paradas, somadas aos centros administrativos...
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